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A autoimagem que uma mulher tem de sua funcionalidade normal forma-se durante seus anos mais sensíveis, e algumas vezes é difícil fazê-la vibrar sem ajuda psicológica. Essas mensagens cerebrais de “certo” e “errado”, indelevelmente gravadas, fazem a mulher reagir de modo negativo ao estímulo. No centro de sua mente, brilha uma luz vermelha de “pare“ quando deveria ter um sinal de “vá em frente“.

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Muitas mulheres levam de seis meses a um ano até que, mesmo na segurança do casamento, sintam-se à vontade para ter relações sexuais.

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Depois de reprimir de modo contínuo a sensação instintiva, os órgãos sexuais da mulher montam uma amostra reflexa de imunidade, e mais adiante se tornam insensibilizados às sensações de prazer.

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Para garantir que as filhas se conservem castas até o casamento, alguns pais as ensinam a temer as consequências. Ensinam-lhes a não ter confiança nos homens e a resistir às tentativas de aproximação de todos eles. Algumas informam que o interesse dos homens nelas é puramente animal e que não devem sucumbir aos sentimentos naturais femininos.

As crianças também são programadas inconscientemente pelos atritos entre os pais. As crianças nunca são surpreendidas pelas tentativas superficiais de se esconder.

Quando os adultos mentem sobre o sexo, as crianças também tiram lições disso — sem proveito. O fato é que todas as crianças começam a aprender sobre sexo desde a mais tenra infância, e as meninas passam a ter a ideia de que, de alguma forma, são menos sexuadas que os meninos.

Este condicionamento que limita — histórias de mulheres maltratadas — é reforçado pelas mídias e redes sociais. O medo que as mulheres têm de não se realizar nas relações sexuais adultas tem origem nos primeiros “não, não“ e “não toque nisso“ que os pais lhes dizem. Esta é a primeira página do livro de normas que, para o resto da vida, lhes servirá de modelo de intimidade.

A repressão sexual começa bem cedo e se dirige mais às meninas do que aos meninos.

Os pais tendem a permitir que os filhos tem mais liberdade que as filhas.

As moças foram treinadas para conter o afeto que têm pelos rapazes. Isto vai diminuir sua capacidade de retribuir ternura, mais tarde, quando quiserem demonstrar intimidade.

A rejeição sistemática esvazia o ego masculino e, ao provar que tem masculinidade, muitos rapazes se tornam mais agressivos.

Muitos homens de todas as idades que foram assim marcados com cicatrizes , trazem raiva consigo e algumas vezes explodem com violência.

Assim podemos comprovar diariamente o aumento do número de mulheres vítimas da violência, seja ela doméstica ou não. Vítimas de si mesmas ou de outrem.

Aquele abraço! (Virtual)

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