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Anunciante do CNT

Em virtude dos protestos contra a superlotação nos presídios catarinenses e a reforma da previdência proposta pelo governo do estado, as unidades prisionais serão fechadas em Santa Catarina.

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A medida parte do Sindicato dos Policiais Penais e Agentes de Segurança Socioeducativos, que pedem uma aposentadoria ideal com as condições de trabalho.

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A Polícia Civil realizará ainda uma assembleia extraordinária para determinar as medidas a serem tomadas. Policiais penais, porém, já se posicionam no sentido de não receber mais presos a partir de terça-feira, 20.

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Segundo o presidente do sindicato, Ferdinando Gregório, os meios para encontrar soluções em conjunto ao governo do estado não surtiram efeito. “Posso dizer com toda a segurança que estão esgotados todos os meios de conversação e negociação. Infelizmente não fomos atendidos”, afirma.

Ele diz ainda que o documento que determina o fechamento das unidades prisionais em SC para novos presos será entregue até terça-feira. “Nós já estamos com o documento pronto. Até terça-feira entregarei presencialmente ao corregedor-geral de execução penal do estado com a superlotação de todas as unidades prisionais e indicativo de efetivo baixo”, diz.

A superlotação nas unidades prisionais de SC motivam o não recebimento de novos presos. A Unidade Prisional Avançada (UPA) de Brusque, por exemplo, tem capacidade para 88 detentos, e atualmente está com 144.

“Por não respeitar a superlotação e regras de segurança, as unidades prisionais serão fechadas, sem mais recebimento de presos em flagrante, cumprimento de mandado de prisão, evasão, ou qualquer outro. Não entrarão mais presos nas unidades prisionais de Santa Catarina a partir de terça-feira”, finaliza.

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