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Em 2020, houve um recorde de candidaturas femininas na disputa pelas prefeituras e câmaras municipais em todo o país. De modo geral, a participação feminina na política já caminha para além do cumprimento da cota obrigatória de 30% reservada pelos partidos. De acordo com a Justiça Eleitoral, no pleito deste ano as mulheres representaram 33,6% do total de 557.389 candidaturas, superando o maior índice das três últimas eleições, que não passaram de 32%.

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A política nacional e internacional está passando por uma quebra geracional, momento esse que atua diretamente na representatividade para o momento decisório do voto. Capivari de Baixo elegeu três mulheres para o legislativo do município, ato este que não ocorria desde a primeira eleição em 1997. As três com projetos e pautas específicas e bem definidas desde o início do pleito, a importância da mulher na política e a representatividade feminina no legislativo.

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Bia Alves, candidata pelo Partido PSL, bacharel em direito, veio mostrando o jeito doce e forte que uma mulher pode ter, para ocupar espaços importantes como o que ela ocupou sendo estagiária na Delegacia de Polícia Civil de Capivari de Baixo.

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Edcarla do Ararat, candidata pelo partido PSDB, formada em Assistência social pela Uniasselvi – Faculdade Capivari. Atuante da comunidade terapêutica, traz consigo a força de uma mulher, mãe e dona de casa, colocando sempre como prioridade o olhar para a família.

Heloisa Cardoso, candidata pelo partido Cidadania, acadêmica de Direito da Faculdade Capivari, vem como a prova que jovens se interessam sim por política e que é essencial esta representatividade compondo o legislativo.

Nos últimos anos, crescem as reflexões, articulações e manifestações do movimento de mulheres e feministas, em torno da questão do acesso ao poder e do chamado empoderamento das mulheres. Essa também vem sendo a postura da bancada feminina no Congresso Nacional que, recorrentemente, articulada com diferentes organizações de mulheres, vem realizando ações com o objetivo de incentivar a participação de mais mulheres no âmbito do legislativo e nos demais espaços de poder.

Seria esse, um possível reflexo para os próximos quatros anos em Capivari de Baixo, obtendo uma construção coletiva de pautas através da bancada feminina? Haveria também um projeto de criação de uma comissão especial deliberativa feminina para estudar e discutir todos os dados, antecedentes, circunstâncias e conveniência de um projeto a fim de formar um consenso, o qual, emitido sob a forma de deliberação ou relatório conclusivo, irá orientar o Plenário municipal na apreciação da matéria, a fim de obter um olhar feminino de mulheres para as mulheres do município?

Há um futuro promissor para a política capivariense com essas mulheres no Legislativo.

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