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Anunciante do CNT

Membros do Legislativo (de todas as esferas) do país discutem e apresentam projetos e ofícios ao Executivo, solicitando relação completa das pessoas imunizadas até o momento. A importância da transparência no processo se apresenta em meio ao caos já gerado em torno das fake news, como nomeações a cargos públicos para receber a vacina e, até mesmo, burlar o sistema de combate à Covid-19.

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Em uma pandemia histórica como esta, em que todos vivem o peso das restrições, a transparência é uma excelente ferramenta de auxílio na concretização dos direitos de cada um à saúde e à vida. Sem o rastreamento das doses escassas e a devida identificação da população vacinada, o direito à vacinação fica comprometido, colocando o sistema de saúde em sérios riscos.

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De modo geral, todos os projetos e ofícios contêm a definição de que a prefeitura terá de divulgar, na forma de dados abertos e em plataforma centralizada, pelo órgão gestor municipal do Sistema Único de Saúde (SUS), sobre o lote das vacinas, moradores e funcionários da saúde imunizados.

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A grande preocupação surgiu quando escândalos como o de Manaus, onde duas médicas recém-formadas, filhas de um grande empresário envolvido na política do Amazonas, são nomeadas para receberem a vacina. Situação esta que gerou grande indignação aos moradores da região e aos internautas do Brasil, já que o caso se dissipou fazendo com que se alertassem todos sobre a importância de uma firme fiscalização no país.

Em nosso Estado, o deputado Estadual Felipe Estevão apresentou um PL que solicitava estes esclarecimentos, divulgação e transparência do processo. Vereadores de Capivari de Baixo também apresentaram ofícios e PL sobre o tema. O que nenhum desses parlamentares esperava era que um grupo político, não declarado, criasse fake news, acusando-os de organizar uma lista negra, obviamente invertendo ao processo e todo contexto das propostas encaminhadas ao plenário e ao Executivo.

A falta de argumentação e o discurso de ódio apresentados por tais ‘’figuras’’ mostram como o extremismo continua emergente em nosso país, e o modo como isto se espalhou de forma tão rápida que me faz refletir como, cada vez mais, a desinformação, em meio a uma era tão tecnológica, traz-nos fake news, linchamentos digitais, etc.. Não é, nem nunca foi uma lista negra de divulgação e/ou exposição de pessoas e situações, mas sim um meio de mostrar à população como está sendo este processo tão esperado. Uma das principais funções de um parlamentar é fiscalizar o sistema Executivo, então, por que, quando tais figuras colocam em pauta projetos de leis e ofícios que apresentam exatamente esta função, são colocados em situação como esta?

A definição técnica e cotidiana do estado democrático de direito tem que ser colocada em pauta de forma mais incisiva na sociedade, casos como estes, que vêm de inversão de pauta, preocupa-me muito como membra da área de comunicação do nosso país. pois as fake news se espalham mais rápido que as informações importantes, como a real pauta apresentada pelos legisladores citados.

Acredito, veemente, nas propostas do apresentadas até agora, não só em nosso Estado, mas também em todo o país! Deixar transparente um processo tão importante como este, o qual reflete diretamente na vida das pessoas, é de suma importância.

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