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Anunciante do CNT

Os representantes das três associações dos municípios do sul do Estado (Amurel, Amrec e Amesc), estiveram reunidos, por videoconferência, na tarde desta segunda-feira (8). Os líderes da macrorregião sentaram para discutir possíveis soluções para a atual situação enfrentada pelos hospitais da região, de superlotação por conta da Covid-19.

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As saúdes, pública e privada, de todo o Estado, estão em colapso. As poucas vagas que surgem em Unidades de Terapia Intensiva são ocupadas instantaneamente. No sul e no extremo sul de Santa Catarina, a situação é idêntica. Em Imbituba, a UTI do Hospital São Camilo está com 100% de ocupação e o setor do isolamento tem, hoje, 18 pacientes internados (dois deles intubados).

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Em Tubarão, os dois hospitais (Nossa Senhora da Conceição e Socimed/Unimed) enfrentam a mesma realidade. Só no último domingo (07), foram registrados, em 24 horas, sete mortes. Seis dos pacientes não conseguiram aguardar por leitos de UTI. Atualmente, o HNSC está com 14 pacientes na fila de espera por leitos de terapia intensiva.

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“Não há mais vagas para ninguém. Temos que dar uma parada. Precisamos fazer a população entender que há necessidade de pararmos a circulação nas ruas. A nova variante já está em Laguna e pode chegar aos demais municípios em breve”, disse o Secretário Municipal de Saúde de Tubarão, Dayson Trevisol.

Durante a reunião, o médico anestesiologista, Gean Machado, que desde março de 2020 trabalha no enfrentamento à Covid-19, disse que o Estado vive a pior onda da doença, por que o número de pacientes só aumenta e os insumos para o tratamento estão acabando.

Na reunião, que durou cerca de uma hora, ficou definido que os representantes regionais irão aguardar até a próxima quarta-feira (10), data em que chega ao fim o atual decreto estadual (1.172/2021). Caso o Governador do Estado, Carlos Moisés da Silva, não publique nova ações restritivas, os líderes da Amurel, da Amrec e da Amesc voltarão a se reunir na quinta-feira (11), para uma decisão em conjunto.

“Nós não podemos ficar parados. Não temos outra alternativa se não tomarmos uma decisão. Diante da atual situação nos hospitais, nós não temos outra medida a tomar que não seja o fechamento de todas as atividades possíveis. Quanto mais as pessoas contaminadas estiverem circulando, maior será o número de casos. A demora na tomada de decisões contribui, sim, para que tenhamos, na próxima semana, um cenário ainda mais crítico”, disse o Prefeito de Imbituba, Rosenvaldo da Silva Júnior.

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