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O momento é de cautela e de contenção de gastos. É hora de investir em Saúde, Social e intensificar as ações na Educação e Infraestrutura, não deixando de lado as muitas outras áreas da municipalidade. Em 2021, o aniversário de 29 anos de Capivari de Baixo – celebrado nesta terça-feira (30) -, evento que tradicionalmente é rodeado por atrações e uma data muito aguardada por seus moradores, não terá grandes ações. “E o motivo é simples, não provocar aglomerações e, assim, evitar novos casos de Covid-19 na cidade”, resume o prefeito e médico Dr. Vicente Corrêa Costa, que também está à frente da Secretaria de Saúde de forma temporária.

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No entanto, Vicente faz questão de manifestar os parabéns a todos os capivarienses e em especial aos que lutaram pela conquista da emancipação político-administrativa de Tubarão, nossa cidade-mãe. “São 29 anos de muito desenvolvimento. Estamos perto das três décadas. Esperamos que, no próximo ano, tudo esteja mais calmo e possamos realizar uma grande festa! Passamos por um período delicado, que é o da pandemia, e não é só aqui, mas em praticamente todo o país. Sempre reconheço o esforço dos homens e mulheres que se uniram e nos transformaram em município. Somos um povo de história forte, um povo batalhador. Nossas mãos estão calejadas de muito trabalho, suadas de perseverança e manchadas com o orgulho do carvão mineral, que, por meio do Complexo Jorge Lacerda, antiga CSN, ajudou a transformar Capivari de Baixo em um dos municípios mais pujantes de Santa Catarina. Ainda há muito que se fazer e tenho certeza do sucesso, pois o capivariense faz parte de uma sociedade unida e sempre com grandes metas”, sublinha Vicente.

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A cidade está localizada no Sul do Estado barriga-verde e deixou de ser bairro de Tubarão no dia 30 de março de 1992. Neste período, diversas mudanças ocorreram no município, que está em pleno desenvolvimento político, econômico e social. Conforme dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística IBGE, Capivari de Baixo tem 25,3 mil habitantes e é conhecida como a Capital Termelétrica da América Latina.

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O povoamento começou no século 18, com o deslocamento da colônia de Santo Antônio dos Anjos, de Laguna, por volta de 1721. Os primeiros moradores foram os tupis-guaranis, mais conhecidos como Carijó, e posteriormente vieram os imigrantes açorianos, portugueses e italianos para compartilharem as suas terras.

A origem do nome

Capivari de Baixo vem do significado da palavra “Capivary”, que no dicionário Tupi-Guarani, de Silveira Bueno, significa Rios das Capivaras. A este rio os índios denominam “Capivary”. Capivari de Baixo surgiu em função de esta ser a parte final do rio que tem nascente no município de São Bonifácio. Até 1941, Capivari era uma região agrícola, até que a criação da Companhia Siderúrgica Nacional (CSN), em 1945, provocou um aumento considerável na população e, assim, Capivari tornou-se um imenso canteiro de obras. Em 1987, o município tornou-se Distrito e, no dia 30 de março de 1992, o governador Vilson Pedro Kleinubing sancionou a Lei nº 8.556, criando oficialmente o município.

Formação administrativa

Distrito criado com a denominação de Capivari de Baixo, pela lei nº, de 13-10-1986, subordinado ao município de Tubarão. Em divisão territorial datada de 18-VIII-1988, o distrito de Capivari de Baixo figura no município de Tubarão. Elevado à categoria de município com a denominação de Capivari de Baixo, pela lei estadual nº 8556, de 30-03-1992, desmembrado de Tubarão. Sede no antigo distrito de Capivari de Baixo. Constituído do distrito-sede. Instalado em 01-01-1993. Em divisão territorial datada de 1-VI-1995, o município é constituído do distrito-sede. Assim permanecendo em divisão territorial datada em 2003.

Trabalho e Rendimento

Em 2018, o salário médio mensal era de 2.8 salários mínimos. A proporção de pessoas ocupadas em relação à população total era de 19.5%. Na comparação com os outros municípios do Estado, ocupava as posições 16 de 295 e 206 de 295, respectivamente. Já na comparação com cidades do país todo, ficava na posição 299 de 5570 e 1412 de 5570, respectivamente. Considerando domicílios com rendimentos mensais de até meio salário mínimo por pessoa, tinha 27.5% da população nessas condições, o que o colocava na posição 155 de 295 dentre as cidades do estado e na posição 5090 de 5570 dentre as cidades do Brasil.

Vista das instalações da CSN em Capivari de Baixo – 1953

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