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Anunciante do CNT

A pandemia do Coronavírus vem causando estragos no Brasil e no mundo, afetando a saúde da população, a educação e a economia, há quase um ano. Na busca pela imunização, várias empresas correram contra o tempo para encontrar uma solução rápida e eficiente, procurando salvar o cenário dramático atual.

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Com a descoberta e liberação da vacina em alguns países, o Brasil entrou na fila para receber a tão sonhada “resolução” para o problema Covid-19. Entre divergências políticas e análises pela Anvisa, surgiu uma questão entre os brasileiros, a obrigatoriedade da vacina contra o Coronavírus.

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A declaração do presidente do Brasil trouxe à tona essa questão, quando disse que “ninguém pode obrigar ninguém a tomar a vacina”. Já o STF decidiu pela obrigatoriedade da vacinação contra o Coronavírus. De acordo com a determinação, os Estados e municípios poderão criar restrições para quem negar a imunização.

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A verdade é que, desde 1975, existe uma Lei no Brasil de obrigatoriedade de imunização em massa, por meio de vacinação. Quando se fala em obrigatoriedade, logo se imagina as equipes de saúde entrando na casa das pessoas e aplicando o imunizante “à força”. Mas não é assim que funciona. A vacinação é compulsória, o que significa que existem sanções apontando que o indivíduo que não tiver seu calendário de vacinas atualizado não poderá se matricular em creches e instituições de ensino, efetuar o alistamento militar, realizar concurso público ou receber benefícios sociais do governo, por exemplo.

Muitas vacinas obrigatórias são aplicadas ainda na infância, como a BCG, Hepatite B e Poliomielite. Analisando o histórico dessas e outras doenças erradicadas pelas vacinas, fica claro a importância dessa forma de prevenção e o avanço da ciência nos estudos de novos imunizantes.

Como diz a cientista Natália Pasternak: “As pessoas se vacinam porque a vacina é um direito delas, porque é de graça e para proteger suas famílias. O brasileiro sempre encarou a vacinação como um direito, nunca como obrigação”.

Antes da discussão de obrigatoriedade ou não da vacina contra a Covid-19, há de se priorizar a vida e saúde da população que, em sua maioria, aguarda ansiosa para receber sua dose, estar imune a esta doença e poder prosseguir com seus projetos de vida.

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