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O infectologista da Diretoria de Vigilância Epidemiológica de Santa Catarina (Dive), Eduardo Campos Oliveira, defende restrições de atividades para evitar o colapso do sistema hospitalar no Estado. “Eu não vejo outra opção do que novos fechamentos, como do comércio, por exemplo. Precisamos fazer o que já sabemos que funciona. Uma atitude radical e necessária”, disse.

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A afirmação ao programa CBN Total desta quarta-feira (17) foi em tom pessoal. “Eu não falo em nome da DIVE, é uma posição pessoal. A decisão final é do COES e do governador. Nós já estamos numa situação bastante precária e limitada de suporte hospitalar com vista às pessoas com potencial de serem internadas. Eu temo o colapso do sistema, que ainda não chegamos”, explica.

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A combinação resultado do movimento do carnaval, aumento de ocupação hospitalar, nova cepa do vírus e volta às aulas preocupa o especialista.

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— É uma combinação explosiva. E não somente na rede pública, na privada também. Estas aglomerações mostram uma total falta de compreensão da sociedade para o que está ocorrendo. A boa notícia da vacina acabou trazendo uma sensação de que o problema está resolvido, e não está. Ela virá a conta a gotas — diz Campos.

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