https://www.cnttubarao.com.br/wp-content/uploads/2021/01/web-banner-IPTU-2021_CNT.jpg
Anunciante do CNT

Diego Bastos Scott, de 39 anos, de Laguna, segue desaparecido após ser colocado dentro de uma viatura da Polícia Militar na noite de 15 de janeiro deste ano. A suspeita é que dois PMs tenham o matado e desaparecido com o corpo, já que não o levaram até a delegacia e câmeras de vigilância flagraram quando os policiais prenderam Diego após uma discussão familiar.

Anunciante do CNT

O último local que a vítima foi vista foi no bairro Progresso. Os agentes mentiram no boletim de ocorrência, informando não tê-lo localizado no endereço após a PM ser acionada. A Polícia Civil e o Ministério Público chegaram a pedir a prisão da dupla, acatada pelo Judiciário, mas, desde o fim de semana os dois já estão nas ruas por falta de provas e do corpo, já que a suspeita é de homicídio.

Anunciante do CNT

A Divisão de Investigação Criminal (DIC) concluiu o inquérito. Conforme a apuração, que tem mais de 600 páginas, o caso segue indevido e foi arquivado na polícia. A Justiça Militar e o Ministério Público seguem apurando, mas o fim deve ser o mesmo, arquivamento. Os PMs foram afastados temporariamente das funções.

Anunciante do CNT

A Polícia Civil ainda garantiu que, havendo novas informações e/ou denúncias sobre o ocorrido, empreenderá mais diligências no intuito de verificar a procedência e veracidade.

O MPSC acredita que os suspeitos estariam “subtraído provas e estariam ameaçando ou coagindo testemunhas”, o que motivou a prisão da dupla. Na mesma nota, o MPSC diz que os militares teriam “eliminado eventuais provas em seus aparelhos de telefone celular, além de terem desligado o tablet e as câmeras da polícia”.

A Polícia Militar também abriu inquérito para apurar a conduta dos agentes na abordagem. O comando da corporação confirmou que as câmeras utilizadas nos uniformes dos agentes estavam desligadas durante a abordagem e disse que a investigação interna apura “se houve falha no sistema dos aparelhos ou se o desligamento foi proposital”. Um dos agentes trabalhava há cerca de sete anos na corporação. O segundo era novato e estava na Polícia Militar há apenas 30 dias. De acordo com o Batalhão, nenhum dos dois tinha inquéritos anteriores.

DEIXE UMA RESPOSTA

Por favor digite seu comentário!
Por favor, digite seu nome aqui