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Foi confirmada, pela Diretoria Epidemiológica de Santa Catarina (DIVE/SC), a primeira morte por febre amarela no estado nesse ano. O fato desperta um alerta para a população sobre a atenção à doença que, mesmo durante a pandemia, ainda exige cuidados. A coordenadora da Unidade de Vigilância de Zoonoses (UVZ), Gabriela Nunes Martins, lembra que as precauções com a doença partem da prevenção. “Estamos orientando a população para a vacinação precoce da febre amarela e sobre os cuidados em casa, para não deixar água parada que pode contribuir para a procriação do mosquito transmissor da doença”, afirma a coordenadora.

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No mês passado, a morte de oito macacos em Santa Rosa de Lima deixou as unidades de saúde vigilantes sobre a possível presença da doença na Amurel. A UVZ confirma que houve mais de 57 macacos encontrados mortos na região e que alguns deles positivaram para a febre amarela. A coordenadora ainda explica que os animais mortos são um sinal de alerta, mas que não são eles os responsáveis pela doença. “Quem causa a doença é o mosquito Haemagogus em área silvestre e o Aedes Aegypti em área urbana”.

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Dentre os principais sintomas estão febre, dor de cabeça, dores no corpo, náuseas e vômitos, fraqueza e cansaço, dor abdominal e icterícia (pele amarelada). Muitos desses indícios assemelham-se aos da Covid-19, por isso, Gabriela orienta que, em caso de alguma sintomatologia, deve-se procurar uma unidade de saúde para que se façam os exames necessários para identificar a doença.

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Além dos cuidados individuais, principalmente em suas casas, a única forma de se proteger contra a febre amarela é a vacinação. A vacina, que passou a ser produzida no Brasil em 1937, garantiu que, desde 1942, não houvesse registro da febre amarela urbana no país. Com dose única, válida para o resto da vida, o imunizante não possui contraindicações e pode ser encontrado em qualquer Unidade Básica de Saúde. “A vacina contra a febre amarela sempre esteve e continua disponível na rede básica de saúde gratuitamente, basta procurar os postinhos para se vacinar”, enfatiza a coordenadora da UVZ.

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