A Prefeitura de Tubarão, por meio da Secretaria de Saúde, anunciou o lançamento de uma estratégia inovadora para ampliar o acesso ao cuidado emocional na “Cidade Azul”. Ainda neste mês de abril, o município passa a oferecer o programa de telepsicologia, uma ferramenta digital que visa acelerar o fluxo de consultas e garantir dignidade aos pacientes da rede pública.
A medida foca em um dos maiores gargalos da saúde pública: a fila de espera por psicoterapia. Com a consulta virtual, a expectativa é que o tempo de aguarda seja drasticamente reduzido, aproveitando a capilaridade da tecnologia.
Como funcionará o atendimento virtual?
Diferente dos sistemas de telemedicina de pronto-atendimento, o modelo de telepsicologia de Tubarão será estruturado e contínuo.
Critério de Acesso: O serviço é exclusivo para usuários já inscritos no cadastro geral de pacientes da rede municipal.
Agendamento Prévio: Quando convocado, o paciente não terá apenas uma consulta isolada, mas uma sequência de sessões já programadas, garantindo a evolução do tratamento.
Conectividade: O link para a videochamada será enviado diretamente via WhatsApp. O atendimento poderá ser feito pelo celular ou computador, com garantia de sigilo e segurança de dados.
Compromisso com a Dignidade
Para o prefeito em exercício, Everson Martins, a iniciativa é um marco na gestão:
“A saúde mental sempre foi uma das principais bandeiras que defendi. Estamos dando um passo importante para garantir que quem precisa de atendimento não fique esperando, mas tenha acesso com dignidade e continuidade”, afirmou Everson.
A secretária de Saúde, Carina Portão, reforça que a telepsicologia traz resolutividade: “É uma ferramenta moderna que organiza nossa capacidade de atendimento, permitindo que o paciente tenha um acompanhamento estruturado e ágil”.
Contexto e Avanços
A implantação ocorre no mesmo período em que a prefeitura promove ações de saúde mental para os próprios servidores da saúde (projeto “Cuidar de Quem Cuida”), demonstrando uma política integrada de bem-estar em 2026.


















