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“Após o encerramento da campanha, inicio meus agradecimentos aos locais onde me receberam e acreditaram no meu trabalho. E como não podia ser diferente… O primeiro lugar foi junto aos amigos da Igreja Universal. Um povo que, ao conhecer minha história, foi para as ruas comigo e batalharam por essa conquista. Apresentaram-me pessoas com histórias incríveis. Cobriram-me com orações e conselhos. Só Deus para poder recompensá-los por tanto e tudo que fizeram por mim. E olha, agora que nosso trabalho começa! Alex Amorim Gomes e Tiago Pontes e sua equipe, muito obrigada”, resume a candidata eleita como única vereadora em Tubarão

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Depois de 20 anos, Tubarão, Luciane Tokarski, que conquistou uma das 15 vagas na Câmara com 1.261 votos. Foram 2,38% da preferência do eleitorado, ficando na sétima posição entre os mais votados. Luciane assumirá um cargo em uma bancada que não tinha voz há mais de 20 anos, a das mulheres. A Casa legislativa tubaronense é uma das que menos teve vozes femininas em seu plenário. Ela pretende ver mais mulheres ocupando os cargos públicos e se sente muito responsável por representar todas elas.

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Filha de Paulo e Nina Cascaes Fernandes, casada com Ciro Tokarski e mãe da Maitê, a candidata é natural de Tubarão. Tem formação em Gestão Comercial e especialização em Políticas e Gestão em Serviço Social, além de formação em coaching pessoal e profissional. Seu primeiro trabalho remunerado foi aos 14 anos, e, ainda bem jovem, abriu uma empresa que atua no ramo de prestação de serviços. Também trabalhou 16 anos com Eraldo caminhões/construções, uma escola de aprendizados imprescindíveis onde adquiriu experiências empreendedoras fantásticas, segundo ela.

Desde a adolescência, tinha o seu despertar voltado para servir e, aos 12 anos, teve a primeira experiência de trabalho voluntário. Luciane diz ter sido tocada de uma maneira tão impactante que o envolvimento em trabalhos sociais passou a ser algo natural, gradativo e prazeroso. Hoje, Luciane desenvolve alguns programas sociais que visam atingir com boas ações, organizações filantrópicas, órgãos públicos, bem como a sociedade mais carente. Não só apenas com doações, mas com palestras ministradas em clínicas de reabilitação, igrejas e outras repartições.

Sem qualquer envolvimento na vida pública, prestando conta dos trabalhos sociais que desenvolve, como mulher e cidadã preocupada com as vítimas de violência, Luciane viabilizou, junto ao governo federal, a construção da Casa da Mulher Brasileira, a primeira casa de Santa Catarina. Uma conquista não por influência política, mas por apresentações de resultados e preocupação com a causa. “Estou muito ansiosa em assumir. Vinte anos sem uma mulher e com um número tão pequeno de nós que já passaram pela Câmara, realmente me dá uma sensação de responsabilidade muito grande. Temos muitas mulheres guerreiras e quero poder representá-las bem”, pretende Luciane.

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