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Uma promessa na política tubaronense, Rafael Gaspar Silvano (PSC), o Rafael Tchê ou Tchê Cabrita, como é conhecido, assume a cadeira do vereador titular Felippe Tessmann, na noite desta segunda-feira (2), na Câmara de Tubarão. Ele é segundo-suplente do partido, o primeiro é Pastor Enedir, mas realiza tratamento de saúde.

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Rafael conquistou 306 votos no pleito do ano passado e, segundo ele, sem a possibilidade de realizar uma campanha adequada devido à pandemia. “Fiz o que pude nas eleições de 2020. Também precisei conviver com o tratamento contra o câncer que meu pai fazia. Ele acabou falecendo em janeiro deste ano”, recorda Rafael Tchê. O edil suplente ficará no cargo por 30 dias. “Esta oportunidade aos colegas é um acordo do partido. Temos confiança no trabalho de todos que participaram do pleito”, resume Tessmann.

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O principal objetivo de Rafael é criar e colocar em votação no plenário o projeto de lei (PL) que possibilitará a todo cidadão uma terapia com o uso de equinos, a chamada equoterapia, muito utilizada na área da saúde. “Hoje, existe um acordo que prevê esta atividade para alunos da Apae, mas minha proposta é que o público geral possa se beneficiar com o serviço assim que for solicitado ou encaminhado pelo profissional de saúde”, resume o suplente. Ele também destaca que irá defender o homem do campo e irá cobrar mais atenção à área de infraestrutura das estradas municipais do interior de Tubarão. “Este é outro campo que pretendo trabalhar muito nesses 30 dias que estarei no cargo. Também seguirei projetos já em curso pelo titular da cadeira, o qual tenho um carinho enorme”, complementa Tchê.

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Conheça o vereador suplente
Rafael Gaspar Silvano, mais conhecido como Rafael Tchê ou Tchê Cabrita, é candidato a vereador em Tubarão. Nasceu e foi criado em Tubarão. Durante muitos anos, morou na região do Morro do Canudo, na região central, mas a família é tradicional do bairro Madre. Hoje, mora na localidade da Praia Redonda. Rafael, que é casado e tem uma filha, trabalha como pecuarista e domador de equinos.

Ele informa que há dois CTGs na cidade e existe sim a possibilidade de uma eventual parceria entre o poder público e esses locais, que têm cerca de 600 filiados. Ele pretende elaborar este projeto de lei para criar programas de equoterapia para quem precisa, principalmente crianças e adolescentes especiais. São 22 galpões e 800 animais disponíveis. Cada cavalo gera, segundo Rafael, quatro empregos diretos no município.

A Equoterapia é um método terapêutico e educacional, que utiliza o cavalo dentro de uma abordagem multidisciplinar e interdisciplinar, nas áreas de saúde, educação e equitação, buscando o desenvolvimento biopsicossocial de pessoas com deficiências e/ou necessidades especiais. “Só para se ter uma ideia, um mês de sessões pode custar em torno de R$ 400, valor que nem todos conseguem pagar”, finaliza Tchê.

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